domingo, 29 de septiembre de 2019

Notas Soltas. Cada um é como é.

    
Sharon Stone
  O Tempo contado,
 Deixanos  neste  post um desabafo pessoal que calquera gostaria de escrever. 

      Porque ainda que  não seja verdade, todos achamos que somo avessos a aceitar ordens, incapazes de entrar no rebanho e teimosos em pensar pela própria cabeça.  Ninguém que eu conheça se definir sumiso e  gostoso de  andar no rebanho, embora  há rebanhos.


Porque sou assim: avesso a aceitar ordens, incapaz de entrar no rebanho, teimoso em pensar pela própria cabeça, sem talento para seguir modas ou tendências, mas com gosto para remar contra a maré e não sofrer que me empurrem para onde não quero ir, certo também de que mais vale andar só do que mal acompanhado.
É essa a minha maneira de ser e o meu destino, mas graças ao Altíssimo, aos que são feitos da mesma massa e aos que me querem bem, há muito ganhei calo, não me faz mossa ter má fama nem me aflige não pertencer aos bem-pensantes ou aos justos das várias fés.
Vem isto a propósito dos seguidores deste blog, que foram crescendo às centenas para de súbito, por certo resultado da minha má fama, também às centenas terem deitado a fugir. Dois meses atrás, como há três anos, continuavam a ser quinhentos e oitenta, até que se súbito me alegro com quatro seguidoras a mais, a quem dou aqui as boas-vindas, embora desconheça se devo a sua presença a um interesse, ao acaso, ou à remota possibilidade de que o período da minha má fama esteja a chegar ao fim do prazo de validade.
 
 
E agora sería bom ponher o homem de leme de xutos. video. 
https://www.youtube.com/v/=BWZZ2XtzSwc
Sozinho na noiteum barco ruma para onde vai.Uma luz no escuro brilha a direitoofusca as demais.
E mais que uma onda, mais que uma maré...Tentaram prendê-lo impor-lhe uma fé...Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade,vai quem já nada teme, vai o homem do leme...
E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,a vida é sempre a perder...
No fundo do marjazem os outros, os que lá ficaram.Em dias cinzentosdescanso eterno lá encontraram.
E mais que uma onda, mais que uma maré...Tentaram prendê-lo, impor-lhe uma fé...Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade,vai quem já nada teme, vai o homem do leme...
E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,a vida é sempre a perder...
No fundo horizontesopra o murmúrio para onde vai.No fundo do tempofoge o futuro, é tarde demais...
 

Notas soltas. Errejón.


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En este post de 5 de agosto, hay un entrevista interesante a Errejón y un  vídeo de una entrevista al profesor Villacañas, que habla sobre Podemos y la división.
     Hoy  Errejón es noticia nacional  ya que se presenta  como candidato estrella en un nuevo partido, a las elecciones generales. No sé si estará bien o mal, no tengo opinión formada para  poder mojarme. No diré que no me guste, que si me gusta el personaje. Si diré que es evidente que la fragmentación política no parece buena en este momento.
      Errejón tiene o tenía todo el derecho a mantener una posición política diferente a la de Pablo Iglesias. No tiene porque gustarle las formas que presenta el jefe de Podemos. Sin duda tiene mucha importancia en este entramado lo que ya hemos comentado en otro post, el factor humano. es inevitable. Lo inevitable y lo reprobable es como ese factor humano se gestionó  tan mal.  Cuando fue la  famosa asamblea a de Vista alegre, según tengo entendido,  no se integró a la corriente que representaba Errejón.Que de forma dictatorial como herencia de los viejos vicios  organizativos comunistas primó el interés del ego personal y el deseo del triunfo propio, olvidando la integración y la síntesis colectiva  para la dirección colectiva de la formación. 
     Podemos sedujo a mucha gente con una nueva forma de gestionar la política. No obstante los avatares del día a día, le ha llevado a primar personalismos y  han contaminado la ideología y la dirección política con asuntos paralelos de  divismos personales. Lo dice Villacañas en la entrevista que damos en el enlace, Podemos ha sucumbido a los mismos vicios de la vieja política. 
      Errejón divide, pero en el caso concreto tiene todo el derecho a plantear su forma posible y visión de la acción política. Las urnas y el tiempo darán o no la posibilidad de continuar. No dan o quitan la razón, porque la razón tiene cada uno la suya. 
    
     

Notas soltas. A tasca do twiter


                Ouvi a Rufián dizer que o Twitter é uma tasca. Tasca, botando mão do Estraviz,  di-nos que  tem,  entre outras acepções,  a seguintes:
       Taberna ou casa de comidas ordinárias e imunda. Garito, casa de jogo de má fama.  A palavra tasca é utilizada por  todos os falantes dos  idiomas peninsulares, se exceptuamos,  como é óbvio,  o Eusquera. Tanto o português como o galego e o catalão tenhem o mesmo conhecimento, significado  ou aceção  da palavra tasca. No entanto o Euskera, como caso raro,  tampouco se nos vai moi longe, pois traduze tasca por taberna como palavra importado do castelhano. Taberna como bem sabemos também bem sendo um sinónimo de tasca nos idiomas pensulares citados. Assim pois podemos coligir que nos temas de bebederia e enchenta,  a disparidade idiomática da Espanha plurinacional e unánime. Que bom e que lindo parece todo nestas Espanhas e  no mundo lusófono. 
       Concordo e coincido com Rufián. E troques Zarzalejos (comentarista e periodista de radio e tv.)  fai uns dias aproveitava,  que se topou  coa  bola a boratlhe diante pra rematala contra o  seu contrario en ideas políticas pra dizer-lhe  que  o  Twitter é o que é  por causa de pessoas como ele. Tal vez seja certo ou não. Seja como for  eu compreendo os dous, e devo dizer que   além das ideias de cada um nem Zarzalejos nem Rufián são os prototipos de individuos que emporcalham, difamam e são irrespetuosos os outros. Eles não são os que fazem do twiter uma tasca. Eles o opinarem enriquecem a tasca para  que em certos momentos  pareza um local presentável. Cando estamos a falar do twiter-tasca, achamos que  são outros tipos diferentes os que andam na bebedeira.  
       O certo é que, seja tasca ou não, devo confessar que  pouca cousa tiro eu do Twitter em quanto a proveito cultural e de alimento espiritual, a verdde é que há que andar a fazer escolhas a miudo pra não perder-se nas silveiras de vacuidade. Ainda que quase todos os dias dou uma vista de olhos, ou vou tomar uns copos,  em realidade ando  mais que nada a procurar brincadeiras, anedotas, chistes e memes. Por vezes aproveito algumas informações ainda quentinhas, outras alguma opinião interessante, também  muitas vezes  fotografias ou videos. Dou alguns aplausos a cousas das que gosto e sim o merece mando-lhe um retuit. Também alguma vez dou alguma pequena e curta opinião, especialmente cando são temas da historia de Galiza e temas conflitivos da lingua galega. Moitas a maioria das vezes passo de esguelho diante dalguma burradas ou provocação mas noutras são de gatilho fácil e mandolhe alguma resposta não moi amigável. Tento faze-lo o menos posivel, mas um não sempre responde de si mesmo. Nesta floresta cheia de anónimos um que espõe no  cartaz o  o seu nome, sinte-se um bocado desarmado e desguarnecido.
       Em resumo é muito prescindível na minha vida o twiter. Engadirei ainda mais, as vezes penso que  é quase perjudicial e especialmente uma perda de tempo. Mas com um telemóvel na mão, ou diante do computador em horas vadias ou  baldias, quem não gosta de  dar uma vista  de olhos o  mundo em geral e falar ou escutar que se está a dizer na tasca.  Realmente é similar a quando andando pela rua decidimos entrar , tomar um copo, ver o ambente e  escutar o persoal . Se calhar saudar a alguém conhecido , falar com algúm ou dar uma resposta doce ou se calha aceda, se for precisso.          Ontem,  por acaso,   depois de ver o filme de Amenábar, "mientras dure la guerra",  entrei a olha o respeito do filme que se comentava. Pois encontrei, neste caso felizmente,  um comentário do político do PP, Borja Samper, no que dizia que gostara do filme e que era uma reflexão muito interessante para entender a história do que passou em Espanha; uma vez mais para tratarmos de entendermos como foi aquelo da guerra civil. Uma opinião respeitável e moi interessante e na que concordava. Chamou-lhe a atenção a alguns especimens que   um  cargo do PP pudesse pensar e pior exteriorizar ese pensamento.O normal seria que  deveria de opinar duma maneira moi concreta o falarmos de debate de ideias, de guerra civil, ou seja deveria por principio rejeitar e desprezar  o filme. Ou seja o sectarismo presente en carne e oso. Pois bem, estes individuos como é habitual  em cobardes acochados no anónimato do seu nome estercarom a torto e a direito esterco e lixo comtra o opinador. Fum testemunha de comentários nojentos, de individuos bacocos, enchidos de arrogância e de ignorância  que de forma sectária estão em contra de tudo o que eles consideram atenta a certos valores dos que são, ou se consideram, guardiães. Indivíduos, que  por acima presumian de que nem virom o filme nem  tenhem pensado  vê-lo. Para eles é  o mesmo e nem tenhem interese nenhum nele. Seja como for vão passar a foucinho qualquer cousa em quanto dar um cheiro a intelectualidade, crítica, razonamento . 
       Pois posturas como esta citada são  das que convém fugir. Realmente, eu trato de escapar a toda dialéctica política e social, ainda que me gosta o debate e sou fácil pra mandar a lingua a passeio cando se me pressenta o caso de prantexar oposição. Embora acho que o lugar não e o mais adequado, vale a pena morder a lingua e calar, pois entre outros argumentos  fica o do pouco espazo pra comunicar alguma ideia com certa amplitude.
      Além de  todo o dito, ainda que poda parecer contraditorio, seguirei indo a tasca. Gosto um pouco deste barulho, desta informalidade e as vezes da vacuidade e lixeireza dalgumas cousas, mas é um reflexo de nós, das ruas, do pensar de moito gentinha e isso também tem um valor. Assím pois, como dissem, voltarei a dar  passeios pela tasca, mas seguirei na procura do chiste, da anedota, do comentário estimulante e neutro. Um bocado de seriedade sim, mas  que seja mais um lugar pra chacota, a brincadeira e a nossa retranca. As tascas estão para divertir-se, olhar, sentir e beber mais um copo. 
Turismo en Tasca El Obispado