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mércores, 1 de abril de 2026

Notas Soltas. Semana Santa a posteriori. (reciclaje bloqueiro)

 

mércores, 7 de abril de 2021. Nesta data saiu este post despois da semana santa do 2021. Agora que estamos no 2026 aproveitamos o mesmo antes da Semana Santa do 2026. Reciclamos. 

      Hoje chove, é Venres Santo. Quando chegam estas datas, ainda que podemos passar por repetitivos, voltamos a reflexão cíclica do como éramos e como somos, que cousas fazíamos antes e que cousas fazemos agora. Ò falarmos de como éramos, sempre recordo, metendo-lhe retranca, o Alcalde do pequeno municipio rural dos Blancos, (  Alcalde mais tarde condeado por corrupção) . Este homem lá na  primeira era Baltariana, era conhecido por gastar uns bons dinheiros municipais para trazer artistas importantes no día da festa do povo,  para  cantarem na praza para todo o público  que acudia o evento tanto do proprio  povo como das  bisbarras. Este "líder" numa das ocasiões trouxe a Manolo Escobar, estrela no top musical na altura dos anos oitenta. Ele  antes da actuação  o ver a grande massa de gente congregada no seu povo, emocionado,  subiu o palco, tomou o microfone e dirixiuse os seus vecinhos  com esta mensagem:  "  povo dos Blancos o que nós éramos e o que hoje somos". Sempre gardei na minha retina aquel momento esperpéntico, brincalhão cheio  de populismo  burricalho.

      Mas não era este personagem  de quem eu me queria  recordar agora, foi um acaso, só passava por aquí, para ele os melhores desejos. Eu quería recordar-me do que nós eramos e do que hoje somos, em quanto o que respeita a como se vive e se viveu a Semana Santa. Aquel nacional-catoliscismo real e vivente facia-nos viver uma fé, sincera para algúns nos que  me conto, além de uma atmósfera de relixiosidade, silenzo, austeridade para vivirmos a morte,  narrada nos evanxeos,  de Cristo. Todo era uma grande mostra de teatro no que todos actuava-mos como doentes constrangidos polo sofrimento que nos redimeu. Fizera chuva, fizera sol, havia uma dor e um recolhemento fingido que  inundava todo. Hojé, o que somos, nada tem que ver com todo aquilo. Quanto melhor, por ventura. 

      As novas gerações não imaxinam aquel grande teatro do adoctrinamento. Os que tanto vivimos aquilo, temos pra contar. 

      Não tenham medo, nem tenham medo o medo, e desconfiem dos que lhes queiram falar do temor de Deus como  cerne e alicerce da sua fé. Sejam livres, desfrutem da carne e o pecado, sempre respeitando a liberdade, a vida dos outros, o bem comúm e a segurança pública. E desfrutem da Semana Santa,  ainda que terá que ser já para o  dois mil vintedous. Já será sem Covid e voltarão a estar cheias as estradas, as praias, o turismo de Adegas, os restaurantes e os lugares de lecer. E se gostam das procesões, noraboa, desfrutem também, mas não intentem que todos tenhamos que caminhar o son do tambor. Seja como for,  Cristo estará contente de ver os seus salvados, felizes no lecer, melhor que turrando  dum pau de cruceiro fingindo a dor  alhea.

 

mércores, 7 de abril de 2021

Notas Soltas. Semana Santa a posteriori.

 

     

Hoje chove, é Venres Santo. Quando chegam estas datas, ainda que podemos passar por repetitivos, voltamos a reflexão cíclica do como éramos e como somos, que cousas fazíamos antes e que cousas fazemos agora. Ò falarmos de como éramos, sempre recordo, metendo-lhe retranca, o Alcalde do pequeno municipio rural dos Blancos, (  Alcalde mais tarde condeado por corrupção) . Este homem lá na  primeira era Baltariana, era conhecido por gastar uns bons dinheiros municipais para trazer artistas importantes no día da festa do povo,  para  cantarem na praza para todo o público  que acudia o evento tanto do proprio  povo como das  bisbarras. Este "líder" numa das ocasiões trouxe a Manolo Escobar, estrela no top musical na altura dos anos oitenta. Ele  antes da actuação  o ver a grande massa de gente congregada no seu povo, emocionado,  subiu o palco, tomou o microfone e dirixiuse os seus vecinhos  com esta mensagem:  "  povo dos Blancos o que nós éramos e o que hoje somos". Sempre gardei na minha retina aquel momento esperpéntico, brincalhão cheio  de populismo  burricalho.

      Mas não era este personagem  de quem eu me queria  recordar agora, foi um acaso, só passava por aquí, para ele os melhores desejos. Eu quería recordar-me do que nós eramos e do que hoje somos, em quanto o que respeita a como se vive e se viveu a Semana Santa. Aquel nacional-catoliscismo real e vivente facia-nos viver uma fé, sincera para algúns nos que  me conto, além de uma atmósfera de relixiosidade, silenzo, austeridade para vivirmos a morte,  narrada nos evanxeos,  de Cristo. Todo era uma grande mostra de teatro no que todos actuava-mos como doentes constrangidos polo sofrimento que nos redimeu. Fizera chuva, fizera sol, havia uma dor e um recolhemento fingido que  inundava todo. Hojé, o que somos, nada tem que ver com todo aquilo. Quanto melhor, por ventura. 

      As novas gerações não imaxinam aquel grande teatro do adoctrinamento. Os que tanto vivimos aquilo, temos pra contar. 

      Não tenham medo, nem tenham medo o medo, e desconfiem dos que lhes queiram falar do temor de Deus como  cerne e alicerce da sua fé. Sejam livres, desfrutem da carne e o pecado, sempre respeitando a liberdade, a vida dos outros, o bem comúm e a segurança pública. E desfrutem da Semana Santa,  ainda que terá que ser já para o  dois mil vintedous. Já será sem Covid e voltarão a estar cheias as estradas, as praias, o turismo de Adegas, os restaurantes e os lugares de lecer. E se gostam das procesões, noraboa, desfrutem também, mas não intentem que todos tenhamos que caminhar o son do tambor. Seja como for,  Cristo estará contente de ver os seus salvados, felizes no lecer, melhor que turrando  dum pau de cruceiro fingindo a dor  alhea.

 

 

venres, 30 de marzo de 2018

Faladoiro. (lugar no que se murmura).



    Na Vanguardia de hoxe.  Ramón Tamames, con algunhas solucions pra Cataluña. A curto prazo, por ise camiño haverá que ir, ainda que neste momento houver muito cascudo de mente que non vexa a cousa clara.


     EL INFIERNO NO EXISTE, Papa Francisco.    Dicen que no está ben citado, pero mais ou menos anduvo rondando por ahí o que dixo. Que alivio.

  ¿Porque eres costalero si eres ateo?.  Tres jovenes de tres partes diferentes de España responden con claridad que son ateos pero que son enamorados de la Semana Santa. Unos porque están en la banda de música, otros porque la cofradía hace una función social etc. todos coinciden en que no creen ni practican la religión pero quieren estar ahí al lado de su gente y su pueblo. sin duda eterno tema de reflexión que daría para un largo artículo. Defiendo a la gente que usa la religión a su manera ya qu ela religión uso a sus antepasados como quiso, es una pequeña venganza. Lo triste son los institucinalistas que sacan pecho de esto y unen religión con Estado y Ejército y arrima a brassa para a sua sardinha para decirnos que  la Iglesia Católica tiene muchos seguidores.

Crise Rusa.

Crise russa. PR exigiu “decisão forte” e assumiu garantias à NATO.    Que se lhe perdeu a Portugal neste tema. ?

sábado, 26 de marzo de 2016

Exactissimamente




Julio Llamazares reflexiona sobre los españoles y la Semana Santa.

o porompón de  Semana Santa
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Porque  che chamam valenciano quando é  catalão?    El presidente de la Diputación de León dice que a un valenciano cerrado no se le entiende ni jota. Está en contra de que se hable Valenciano en el Senado.   ¿Estamos en 2021, despois de quarenta anos de vida duma constitução democrática e plurinacional?

Así, el representante de la institución provincial de León se ha referido a un parlamentario valenciano, "representa a Valencia y habla un valenciano cerrado que no hay quien entienda ni jota", lo que ha calificado de "triste".
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Cesar  Cadaval, dos Morancos,   ¿un cazador mentiroso?.  ou é que os caçadores são  todos mentireiros?