no capítulo anterior.
capiítulo I, Capítulo II, Capitúlo III, Documento I.
Madrid 1986.
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Capitulo IV
Encontro co capitám.
O tempo foi pasando, contado en anos já são vinte e
dous dende aqueles recordos da morte do chofer da línea. Aqueles recordos já os
deixei escritos aquí como se de um tempo contado se tratasse. Pois aqueles
feitos tão vividos por mim forom um
estrondo naquela placidez diaria do mundo rural pleno dos anos sesenta. Ainda
estava vivo um modo de vida secular e ninguém ainda intuia que em poucos anos
iamos deixar atrás vestigios, costumes, modos de vida que pouco deverom mudar de épocas ancestrais quase medievais. Já passaram vinte anos daquela, sim, mas dende
então anduvem sempre coa teima e o recordó de saber mais daquele assasinato do
chofer do Autoindustrial Ourense-Baltar
e vice-versa. A vida adolescente e juvenil não é a mais ajeitada para andar nas
pesquisas de algo que passou lá num momento afastado e lonxano. Dende aquela
forom moitas as experiéncias de vida,o aprendizagem o desenrolo persoal, mas
ainda que me formei num mundo moi diferente nunca deixei no olvido aquele
recuncho abeirado o Norte do Larouco e deitado num vale entalado emtre
duas serras, onde numca parecía que passava nada. Sempre creim na
frase que alguem dixo alguma vez: a patria é a infância. Eu nunca olvidei
aquele mundo de ruas de lama, casas frías, lareiras quentes,vacas,porcos ouvelhas e cabras como companheiros de vida.
Sempre tentei de manter um racional recordó daquele mundo no que passavam mais
cousas das que qualquer puder imaginar. Aquilo era um mundo em si mesmo.
As aldeias cercanas que compunham o concelho
estavam repletas de gente, nos caminhos e carreiros sempre ia ou vinha alguém.
A serra alta e fria era um lugar muito comúm, tanto para os que trabalhavam na
plantação de pinos, no persoal da Garderia Forestal do Estado, além dos
que andavam o carvão, a lenha, no pastoreo imenso de cabras e ovelhas. O
territorio estava quase todo domado e maçado pelo homo-agricola, o que
vem sendo o nosso labrego de toda a vida. A pegada dos humanos estava por
toda parte até fazerem incluso que as
feras andarem a fugida e os seus acubilhos não eram seguros. A multitude
secular de nomes que se estendem por qualquer espaço rural galego da mostra crara do dominio e controlo total da
terra, já fossem touças, searas, montes, serras, nabais, pradairos, lameiros,
cabazais, hortas, carvalheiras, fragas, soutos, terras ermas e terras ricas.
Todo está compartilhado em nomes de pequenos territorios, que se superponhem em pequenas
dimensões. Poucos povos no mundo tenhem
uma relação tão personalizada coa terra como a Galiza. Neste aparente ambente bucólico a ordem
estava garantida, naquela sociedade estruturada dende séculos entorno o poder
da terra. A familia coa sua tradição de orde e trabalho, a religião comandada
por uma figura fundamental que era o cura, a Garda civil constante na
vixilancia da orde e a moral, os mestres nas escolas, todos contribuiam a embrulhar aquela
comunidade num sossego de ordem, aparêrencia de tranquilidade social e austeridade. Todo assentado no duro e intenso
trabalho agrícola do familia galega labrega, o príncipio de vida e “leitmotiv” cotiam. Aquí não eram a espada e
o altar os alicerces de sustentação social da Espanha daquela altura. em
troques da espada, a terra dava o co poder, o seu lavouro era o resumo moral e
a ideoloxía dominante. A terra em maõs de pequenos propietarios, quitando alguma excepção, atados a
propiedade, no que mesmo parecia cumprer-se o paradigma de Max Weber na
relação paradoxal entre serem propietarios duma terra que da o xusto pra
comerem e serem o mesmo tempo escravos dessa sua propiedade. Ou seja uma dualidade emtre propietario e escravo. Tampouco sei se isto é tal qual, embora um bom parecido tem, ainda que poda ser de verdade ou
não. Nos meus caixos, e nas minhas malas sempre me fixerom companhia os cadernos nos que começei o relato e
que ia perfecionado co tempo. Escritos que o tempo ia
moldeando em quanto a forma da escrita, mas em quanto o conteudo ou nova materia informativa ou escalrecedora do feito, pouco ou nada consegui que acrescentasse as primeiras impresões, já expostas. A memoria não deu mais de sim. E tampouco se tratava de fazer fição, ou mentira de algo vivido. Nem no povo o escoitar a gente e na casa familiar, nos
anos posteriores já não volvím a escoitar nada mais que fosse interessante o respeito. Sempre há no mundo rural
uma grande facilidade para manterem os segredos e oscurecer da fala todo aquilo do
que não interessa falar. Num assasinato daquela maneira tão as claras e tão
violento, sempre deixa uma suspeita de arrepio na gentinha, que mantem a máxima de que caladinhos vamos melhor. Numca partilhei moito esta forma de ser, será porque eu não estou de verdade fundido lá no ventre da autenticidade rural. Como digo não
consegui mais informação porque, também é verdade que uma vez iniciada a vida
de estudante, perdím contato com aquela vida de aldeia e cos meus país falava
por meio das cartas que de vez em quando nos remitíamos, ainda vivíamos na
sociedad epistolar. Só ia quince días no verão de vacações e apenas catro días
no nadal, a semana Santa, obviamente naquela altura, estava destinhada a Deus e
a meditação da nossa crueldade co seu filho Jesus o nosso redentor. O desexo de
escrever algo como se fossem umas
memorias ou recordos de todo aquilo andivo-me rondando sempre e cando a
inspiração pedia realidade pois andava eu narrando o que podía de rascunho em
rascunho. Naquelas clases de literatura
espanhola da adolescencia onde se nos pedíam redações e se nos ensinava a usar
as metáforas a pulir o nosso léxico e os galegos a abrir a pronuncia das rudas vogais abertas castelhanas, ouvindo o "soniquete" de "vocalice, vocalice", estragando-nos o musical falar das variadas e sonoras vogais galegas. Pois bem além do comentario paixoal o caso e que era o aprender a escreveer um dos campos que os nossos profesores mais punham em valor na nossa preparação. E tudo isso de acadar um certo estilo literario conseguia tirar tirar de nós o desexo de, algún día, termos habilidades de escritor de historias e de
saber trasmitir os demais as tuas propias imaginacions ou fazer da realidade um
filme que se poda contar. Eu sempre tive a teima de , no caso de escrever
alguma vez algo deveria, ser em primeiro lugar , a historia dum assasinato que eu
presenciara e que tinha o dever e o dereito
de poder contar. Eu que fora protagonista naquela historia, ainda que ningúem lhe dera
importancia a minha presença, nem relevancia a todo o que eu fum investigando . O tempo do estudo ia pasando e os meus conhecementos ou habilidades
para escrita, pois também, como é lógico. E eu sempre lhe dava uma mau a
aquelas memorias da morte do Carlos para
assim estarem presentes nos meus
cadernos literarios. Estes foram-me acompanhando com diarios, recortes de
imprensa etc. E tantas outras cousas neste itinerario da mina vida que foi tão
variado. Uma mágoa sempre me atrapava o reler os papeis. Não tinha mais dado,
parecía que a informação ficara já rematada, as vicisitudes da mina vida e o
alonxamento da vida de Baltar, tal vez me privassem de mais informação que a
mim por ser o fim e o cabo um estrano não me era confiada. Para os que não
somos auténticos moradores das nossas aldeias sempre temos o complexo ou como a
eiva de que a misterios e cousas que não se nos comunicam, que há um misterio
de comunicações as que nos os de fora ou os de paso não temos acesso. Tal vez
sejam só sensações o mito, não sei. O caso é que não quería ou não tinha
faculdade para fabular, sempre me gustou mais o ensaio ou o relato real que o
romance inventado para o que sempre pensei não tinha capacidade o tempo que
sempre admirei e admiro os que consiguem criar esas obras tão maravilhosas a
partires só da sua fantasia.
Aquel meninho
ainda, filho do Garda Forestal e o maior
dos tres irmãos ficou moi impressionado do que viu e coa intensidade coa que o
viviu. Por isso tinha que ser ele o que narra-se os factos como os viu e sentiu
e que despois tantas vezes na suas horas de estudante intentou deixar escrita
da sua experiencia. De rascunho em rascunho um dia quedou escrita até que ficou
olvidada até aquí chegou a narraçao . Agora saiu do recordo e aquel pequeno curioso investigador hoje é Capitám de Infantería, recem ascendido, o capitán Manuel Folgoso destinhado de forma temporal no “Cuartel
General del Ejército” em Madrid. De como cheguei até aquí pouca explicação
merece nem importancia tem para historia que estamos a narrar. A vida foi como
foi e aquí estou.
O que sim
foi importante é que as circunstancias de estar aquí forom as que me levaram a
voltar coa mente a aqueles anos e tirar dos meus papeis para encontrar os meus recordos
da morte do chófer da Línea.Para
entender-nos em linguagem jurídico:a causa estaba já fechada embora o aparecerem
circustâncias extraordinarias voltou-se a reabrir o caso. Uma circunstancia casual e extraordinaria
fai-me voltar o ano 65 e tirar de novo
de recordos, e também do misterio que eu intuim sempre
tras todo aquilo. Sempre tuvem a teima de que algún día, se for posível, eu
tinha que saber a verdade. O acaso, a sorte, ou quem sabe o que, conseguirom que poda voltar a reabrir o caso do Carlos e saber os porqués e a verdade do que passou naqueles anos. Pouco a pouco eu de ir-vô-lo contando, de vagar é precisso deixar-se ir pelos acontecementos e pola memoria. Só vos pido pacencia e comprensão, como quem anda a desfolhar espigas de milho.
No meu novo
destinho estou encomendado o
departamento de persoal. Plantilhas, vacantes, números de persol,
destinos etc. Ocupam o meu tempo de forma temporal a espera dum novo destinho
em alguma unidade operativa, como corresponde a um capitán ainda novo. Nos
cometidos de auxiliar o mando tenho que dar os meus superiores os números e o
estado de membros da Garda civil com destinos no exército. Em fim, burocracia
administrativa. Uma vez o mes era habitual que os meus superiores se reunisem
co General de Brigada jefe de persoal da Garda Civil que se
deslocava até alí para falar, partilhar e fazer um pouco de convivio emtre
colegas. Então eu vim pasar diante de mim pelo estreito corredor que ia dar o
quarto da reunião na que eu também ia partilhar, o general da
Garda Civil Folgoso Quintana.
Alí estava
ele. Sem duvida era ele, os apelidos eran os mesmos e a sua figura não mudara
moito. Estava ante aquel capitám Folgoso que os tempos foram levando
a estar alí diante de mim e eu diante dele. Aquele mozote alto de bom porte, aquele sorriso
habitual, a sua tranquilidade que desprendia o seu redor placidez e confiança, continuava. Seguía sendo delgado, ainda hoje era um
homem de bom ver. Andara pelos cinquenta e e oito,está já no final da sua
careira en actvo. O Cabelo já branco, ainda com um porte moito mais elegante que a grande
maioria dos generáis que conheço. Estava alí mas tinha ese ar das pessoas que
não se fazem notar e ainda que fosse
general,criava o seu redor um ambente que provocava o protagonismo dos outros
qu alí estavam, que ainda subordinados na jerarquía, sem dar-se conta atuavam e
falavam descontraidos num grau de confiança e expressão no que ele também desfrutava. O respeito e admiração dos
outros já o tinha só pela sua patente que é o topo a conseguir na
carreria dum militar.
Fizeram-se os saudos de rigor, antes do comezo da
reunião entre todos e por parte do meu Coronel jefe fixo-se uma menção especial
pra mim pela novidade que significava.
-
Mi general, como novedad, nos acompaña el Capitán
Folgoso. Que por lo que se ve tiene tu mismo apellido y por encima es gallego
como tu. Assim fui presentado no tuteo entre general e Coronel o que dava um
nível de confiança entre eles e quería denotar uma sinal de companheirismo mais
lá da estatus jerárquico.
-
Ah, um placer capitán.-respondeu o general-
No somos muchos con este apellido , así que lo bueno escasea por lo que
se ve, jaja. ¿De que parte de Galicia es?.
-
De la provincia de Ourense, un pueblo de la zona de
Xinzo de Limia.
-
Ah, hombre, pues yo soy de Celanova, así que somos
paisanos. Me alegro, um placer.
Com estas palavras tão amables trocamos um
intre das nossas vidas. Para ele eran novedosas mas para mim pareciam-me
familiares. A reunião continuou coa normalidade habitual depois dos cotexos
administrativos correspondentes e uns comentarios sem trascêndencia e despois
de emplazar-nos para uma nova reunião no final do seguinte mes, todo rematou e
cada um seguiu o seu caminho. Uma rutina sem trascendência.
Noutra ocasião
o encontró persoal já se deu de forma espontánea e buscada pelos dous. Ele
ofreceu-se a tomar um café comigo chamandome tocayo e coa curiosidade de sermos
os dous galegos e termos o mesmo apelido. Assim foi e na cafetería de oficiais
no proprio Cuartel General tomamos e falamos
um bocado, ainda que o lugar não da muito para a intimidade, pois ele
pasou mais tempo dando cumprimentos a generales e coronéis que andavam por alí
que outra cousa.
-Bueno y que
tal te va por aquí. Preguntou-me
-Muy bien,
aunque este destino no me gusta mucho y tampoco es interesante para mi en este
momento. Ha surgido porque por ascenso me mandaron forzoso y espero que al
pasar el año pueda volver a una unidad operativa que es lo suyo en este
momento. Y Madrid me gusta mucho, eso si, para un soltero es una ciudad ideal,
supongo que para una familia será todo más incómodo.
-Ah claro. Será
por eso que estoy soltero- continuou a falar o general- porque llevo casi
prácticamente toda la vida aquí en
Madrid, excepto de comandante que por estar un poco en mi tierra estuve cuatro
años destinado en Ourense en la comandancia. La tierra tira, eso si y a medida que pasa el tiempo siempre tuve la
ilusión de volver y vivir allí. Cuando pase dentro de dos años o menos a la reserva me iré a vivir para el
pueblo y en temporadas para Ourense
capital. Al fin y al cabo no he hechado raíces personales en Madrid, estoy
soltero y mi familia cercana está toda allá, así que uno tira para donde tiene
su nido, como dicen.
O café rápido e a conversa protocolaria estavam a punto de rematar e eu não podía
deixar a ocasião para dar a conhecer o nosso pasado.
-Disculpe mi
general, pero tengo una inquietud y quiero planteársela. Yo no soy del mismo
Xinzo de Limia, realmente soy de un pueblo cercano, de Baltar.
-O general riu
e dixo:
-Entre gallegos
nos entendemos, necesitamos varias conversaciones para saber el lugar exacto de
donde somos. Me pasa siempre, y suerte
que seas del mismo Baltar, porque si no tendríamos que ir desentrañando nuestro
auténtico lugar poco a poco. Es normal nuestra tierra tiene tantos lugares y
tan diseminados que si decimos el lugar pequeño tendríamos que ir explicando
después los pueblos grandes que hay alrededor sino pues no sabrían ubicarnos.
Los gallegos lo entendemos bien, eso, lo malo es cuando se lo explicas a un
madrileño.
-En este caso,
te diré que conozco Baltar, estuve hace muchos años y es un pueblo grande, de
los que entre gallegos se puede nombrar directamente, eso si para un madrileño
hay que empezar por Xinzo, como hiciste tu.
-Así es. Ya estamos acostumbrados, a todos nos pasa lo mismo. Ahora que
dice que conoce Baltar, me ratifico en lo que estaba pensado que
cuando era pequeño tengo el recuerdo de haberlo visto a usted en el pueblo
cuando había habido un suceso muy importante, el asesinato de un chófer de
línea, allá por el año 1965. Recuerdo que aparte del hecho en sí, causara mucha imprensión su presencia allí, cosa a la que no estabamos acostumbrados de aquella a ver diariamente las tres estrellas doradas de capitán en aquellos tiempos en un pueblo perdido de la frontera.
-Pues vaya
memoria.- Anda que já choveu- respondeu
o general, e esta vez meteu uma frase em galego que sempre acerca mais o
diálogo. Pues si, estuve allí en tu pueblo de capitán, pero tu serías un crio
de aquella, Dios mio. Si hubo un asesinato
por parte de unos portugueses y me mandaron allí, pues de aquella estaba
destinado en el Servicio de Información de la Guardia Civil. El caso es que
recibimos una información de la GNR, que
es la Guardia Civil portuguesa, de que el asesinato , en fin, estaba en un
expediente abierto de temas políticos y por eso fui hasta allí. Pero nada fue
un cumplimiento pues el caso era un tema
de contrabando que quedó olvidado. Ya habrá prescrito todo aquello.
-Bueno si yo
era muy pequeño- continuei a explicar-lhe- pero como por circunstancias yo casi presencié el asesinato, pues lo vi
muerto enseguida, me acuerdo de Vd. Allí en el pueblo y de como se movia y de
lo que oía sobre las circunstancias. Ya sabe, cosas de afinionadillo a
investigador. El caso es que siempre tuve curiosidad por saber más del tema,
aunque vd. Me lo ha dejado más aclarado.
-Bueno-
proseguiu o general- entonces podemos recordar viejos tiempos de las dos
semanas que pasé en tu pueblo. No estaría mal.
-¿Conoces el
Centro Gallego de Madrid?.- mira yo soy socio y voy mucho allí, hoy por la
tarde, a eso de las siete, si te va bien, nos vemos allí y te invito a cenar y
de paso conoces a gallegos exiliados y
morriñentos de Madrid, y seguro que quieren hacerte socio.
-Pues allí nos
vemos y podemos charlar con más calma.
-Será un
placer, mi general, allí estaré.
E assim foi como nos
despedimos,e acousa prometia, ainda que havia que andar com pes de beludo no
que respeita a forma e a maneira de relacionarse. Sempre é um tema complexo que
pode dar a equivocos e a vida vai ensinando e
dando a conhecer as diferentes personalidades que nos encontramos no
caminho. Sempre cualhadas pela experiencia de cada um, a idade, a forma de ser
coa que nacemos, o ambente familiar etc. Eu sei que sou moi explosivo nas
primeiros contactos nas relações amistosas e não sempre é bom caminho, mas bem
é o fracaso.Então devo tentar, como disse, ir com pes de beludo, nestes
encontros amistosos. Tentarei de deixar que fale e me conte ele as suas moitas
experiências, eu pouco tenho que aportarlhe, e assim tal vez consiga que se
sinta agusto e satisfeito das charlas que tenha comigo.Esta primeira é tal vez
a mais importante pois ele vai estudar-me e tirar as conclusões que poda
reportar-lhe o me contato. Foi ele quem me invitou, obviamente, co qual a sua
intuição não lhe deu malas vibracions acerca de mim, pois pelo contrario não me
houvesse invitado a este encontró de tanta confiança. Deixemos que o tempo faga
o seu labor, e atuemos com calma e humildade.Escoitar e falar o justo, parece
fácil mas a mim sempre se me fixo difícil, pois ainda que seja com um general,
a minha lingua gosta de sair a pasear e incluso custa-me moitas vezes por freio
o meu frenesi falador.Como dizia o escritor: “soupesse eu calar, soupesse eu
por freio a minha lingua…”. Esta bem termos boas intenções e tratar de viver na
estoica preocupaçao da correçao, embora
o final a melhor escolha e sempre ser como um é. Ser natural e atuar como tal,
o longo cada um é como é.