sábado, 20 de enero de 2018

Os Merdas das Universidades - A propósito das praxes.






   Este post ja não é actualidade. Tem , a actualidade está ultrapassada,  talvez dois anos. Tal vez.   No programa o Eixo do mal  da SIC, onde uns comentadores  políticos fazem ou faziam destripamento da  actualidade política e social , cada queal  com a  mirada que lhe da  o  seu olho ideológico, normal.  Num dos debates habituais, uns dos  membros do painel de  comentadores, O Pedro Nunes,  expresava assim com este empolgamento, tal como  se ve  no vídeo, de forma muito empolgada, com força e veèmencia o que ele opinaba sobre as praxes nas Universidades portuguesas. Gostei do comentário do Nunes. 

      Para pormos  o carro antes dos bois, é precisso dizer que para quem leia este poste, pensando en espanhois principalmente galegos,  se calhar não ouviu falar ou não recorde o que são as praxes e qual foi a polémica que se produz em Portugal depois de  repetidas acções humilhantes e  de violência que  acabaram com dois estudantes  mortos por  acões de  praxes  na praia do Meco.    As praxes, são os mandados ou ordens  que recebem os caloiros, estudantes recem chegados a universidade, por parte dos chamados "veteranos" ou estududantes de mais anos já.  São práticas muito arraigadas na universidade Portuguesa que têm  os seus origens  na Universidade de  Coimbra, cerne do ensino universitario português. São as tão conhecidas "novatadas" de Espanha, só que em Portugal  está couberto de ritos e tradiciões,  como as das fitas , a recepção os caloiros etc. Como tudo, e entre o respeito a tradição e os fatos e falcatruas vistas há algúns que fazem perguntas e porquês. Porquê nesta altura ainda há coisas como estas , Porquê esta juventude tão bem coidadinha na sua infancia e tão preparada faz estas coisas ainda. Em Portugal há gente universitaria que defende muito as praxes como a integração do caloiro na Universidae, que é a melhor maneira de que se converta nun mais, que   através da praxe produz-se a  rotura do fio da desconfiança e através de um facto caricato,  incluso humillante o caloiro seja convertido num amigo mais. que será un veterano a continuar também com a praxe. A humilhação do calorio vai ser sanada, vengada e curada mais lá quando ele chegue ou passe a praxar, ou fazer praxes. Ele é praxado mas um día  praxará.

                      Bom, talvez seja, um debate interessante pensar que tudo o mundo vai fazer as praxes tão bonitas e elegantes que até gostem o caloiro. Não acredito que assim seja nem em Portugal nem quantas jogatadas se façam em Espanha. ESTOU TOTALMENTE EM CONTRA destas praticas chamem-se como se chamem. Esteve toda a minha vida em contra e persegui as mesmas todo o que pude nas minhas possibilidades e não cometi a ninguém a esta prática humilhante nunca . Penso que é bom gostarmos da broma, brincadeira, bródio, chalaça, que não deixe feridas e faça a risotas do que faz e do que recebe, bom. Embora, isso existe muito pouco e menos nas idades mais jovens o que acho é que é uma ocasião muita boca para florescerem lá do fundo os psicopatas os que gostam de humilhar os cabrões e os cobardes que estão acochados no matagal e aqui têm uma grande eira para desfrutar sem pagar custos nem render contas. São a legalização da cobardia mais mesquinha. E assim fica dito. 
                 Por isso fez a escolha desta intervenção do Nunes, porque eu houvesse dito o mesmo. Porque eu penso o mesmo que ele. Porque gosto que haja gente não politicamente correcta para denunciarem trapalhadas e humilhações que rematam na morte de dos jovens, sem contar os danos físicos e psíquicos os demais. Realmente é precisa esta merda no século XXI para integrar os alunos na Universidade?.  Deixa-me dar uma gargalhada que soe dende o Reino de Leão até o Algarve já pertencente o Reino de Portugal. 

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