viernes, 30 de agosto de 2019

Notas soltas. As vezes encontram-se coisas reconfortantes na rede.


   Por acaso e como continuação do mesmo tema do post anterior, o Aspirina B, (blogue de referência, culto e leitura habitual para mim,) remite-nos a um artigo de Nuno Pacheco no Público sobre a figura do escritor , linguista, e apaixonado de Galiza e o Galego Medieval, Fernando Venâncio. Vale a pena ler e sobre tudo ler artigos e opiniões de Fernando Venâncio que sabe mais que ninguém e explica como ninguém o relato do chamado galego-português ou galego medieval ou a relação actual entre galego é português 

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Gallaecia.    Aspirina B.

Fernando Venâncio fez parte da equipa de autores aspirínicos num período em que este blogue esteve para acabar pouco tempo depois de ter surgido, estávamos em 2006. Embora não tivesse sido um dos fundadores, foi também graças a ele que o Aspirina B sobreviveu à debandada geral ocorrida em Fevereiro e Março desse ano (quatro meses depois de ter nascido das cinzas do “Blogue de Esquerda”). Esse outrora era ainda de relativa novidade da blogosfera no ecossistema da comunicação social portuguesa, ainda uma arena onde autores e comentadores se nivelavam por cima quanto a competências intelectuais, mas a fase da vanguarda já tinha passado e a sua obsolescência já tinha sido inventada (o Facebook foi lançado em 2004, o Twitter em 2006). O Fernando viria a sair em 2008, passando a gastar o tempo aqui perdido em actividades e projectos infinitamente mais valiosos do que publicar neste pardieiro.
O enquadramento suso para saudar mais uma obra sua a caminho, e a sempiterna paixão pela Galiza e as nossas línguas pátrias e mátrias. Foi um raro prazer o convívio com a sua pessoa, é uma honra ter escrito ao seu lado.

Português e galego, “linguas irmás, ningunha submetida á outra”

 

     Entrevista sobre o mesmo na nosa terra. 

«Decepciona ver galegos difundindo mitos portugueses negadores do galego»

A presença do espanhol na Galiza é tão dominante que uma pessoa pensa: que heroicidade a daqueles galegos que, contra essa enxurrada castelhana dia e noite a todos os níveis, até ao nível cultural, se empenham em conservar o galego como língua viva.


Maia informação o respeito.   AEG, revista Kallakia.

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